E nos limites do outro eu sou, eu copio, eu crio, e recrio. Conexões existentes em pequenos gestos, eu sou tu, mas para me conheceres, tenho de ser eu. Eu troco de papel contigo, e tu não sabes - ou finges não saber (um dos últimos exemplos nossos). Ves-me ou finges que sou a tua sombra? Como uma consciencia materializada do "eu" que tu és, com tiques, com percepções, com falas, com acentuações. É desconfortante? Imagina para mim que tenho de ser quem nunca soube, nunca vi e nunca ouvi.
Não sei copiar, mas não me copiem também - nunca fui um exemplo a seguir.
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