Difere sempre, por nós e por ele. Ele espaço que nunca se mantêm, que sempre se altera.
Mais e menos [ou menos e mais], forte, fraco, intenso, desatento. Agora sou assim - o fraco lado da existência - mas se me mandarem escalar uma montanha tenho de no imaginário resgatar forças, que pensara não existirem até então, se tiver de ocupar menos espaço ocupá-lo-ei, mas aumentarei a intensidade do meu mexer. Se chafurdar na lama terei de ultrapassá-la porque nem tudo é desgosto. Eu sou, e sei ser. Onde? "Aqui, e ali, agora e no fim do mundo" porque cada lugar tem uma intenção, um querer. Quando temos as nossas "oportunidades" não importa olhares descontrolados e controladores, existe apenas a experiencia, o ensinamento, a aprendizagem, a atenção, o som, o silêncio e nós - o que deles (ou de nós) nasce é pura arte. Se a minha arte se prender à tua, não existirão duas, mas uma, mais forte - porque a união faz a força, sempre o fez.
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