Querer e não saber fazer, ou saber e não pensar.
Sigo, e sou seguida, desvendo ou engano os passos de outrem que me segue cada movimento, como se fosse o único certo e existente. Sei não ser, mas aquele tempo fez parecer, uma inimaginável coreografia, umas vezes com todos os tempos certos, outras vezes com um desfasamento temporal que tecnicamente chamaria cannon. Os descuidos e a improvisação tornam tudo impossível de antecipar. Se adivinhar, ajo. E se for o acto errado, desconcerto todo o sentido da tarefa, ou da oportunidade – será melhor chamar àquele momento, isso. Porque o é.
Sentir-nos no outro, é tão importante quanto sentir-nos de nós mesmos, e nessa troca de almas, nasce o movimento - tão complexo e integrante como nós e o outro.
Oh Rita que FANTÁSTICO! Revelas que o sentiste e pesaste na aula. Obrigada!
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